A Psicologia Junguiana aplicada aos desafios do ambiente hospitalar
Uma jornada simbólica sobre o cuidado, o sofrimento e a presença em contextos de saúde
Instituições de saúde nem sempre são espaços de escuta.
Entre laudos, rotinas exaustivas e procedimentos técnicos, o sofrimento psíquico muitas vezes é silenciado, medicalizado ou invisibilizado.
Mas o que acontece quando a dor não cabe no diagnóstico?
Como sustentar o cuidado diante da morte, do trauma, do esgotamento e da despersonalização?
Esta série de encontros foi criada para profissionais e estudantes que desejam olhar além da superfície do adoecimento, e atuar com mais presença, escuta simbólica e consciência clínica nos contextos hospitalares e institucionais.
Uma sequência de 4 encontros online, ao vivo, conduzidos por especialistas com experiência em instituições de saúde, que trazem a Psicologia Analítica como caminho para resgatar o sentido do cuidado — com profundidade, ética e compromisso com a dimensão simbólica do sofrimento.
Psicóloga, especialista em Saúde Mental pela PUC Minas, Arteterapeuta e especialista em Sexologia Clínica. Atuou em instituições como a Defensoria Pública de SP, Hospital Pérola Byington e APAE, com foco em prevenção à violência, saúde do adolescente e inclusão de pessoas com deficiência. Foi docente em temas como Redução de Danos na Universidade Nove de Julho. Atualmente, atende adultos em clínica online, com base na Psicologia Analítica articulada à crítica social.
Clique no docente para conheçe-la
O que é cuidado quando o protocolo já não basta?
Um convite à ampliação do conceito de cuidado clínico e à centralidade da escuta simbólica na prática hospitalar.
Refletimos sobre a sustentação do cuidado em ambientes que tendem à desumanização — e como a escuta profunda pode restaurar presença e vínculo.
Graduada em psicologia pela PUC-SP. Mestre em Psicologia Clínica no Núcleo de Estudos Junguianos pela PUC-SP. Possui capacitação em transtornos alimentares no Núcleo de Atenção aos Transtornos Alimentares (PROATA) da UNIFESP e atualmente é aluna do Further Education Program in Analytical Psychology no Instituto C.G. Jung de Zurique, Suíça. É supervisora no Ambulatório de Psicologia Analítica da UNIFESP. Atua em consultório particular e coordena grupos de estudos em transtornos alimentares
Clique no docente para conheçe-la
Como acolher a dor que rompe vínculos com o corpo e com a vida?
Neste encontro, abordamos trauma, dissociação e suicídio a partir de uma perspectiva junguiana.
Uma reflexão sobre o colapso do sentido e o desafio da escuta clínica diante de estados psíquicos extremos — tanto para o paciente quanto para o profissional.
Psicóloga Clínica Especialista em Psicologia Analítica com 20 anos de experiência no SUS (Sistema Único de Saúde) e atendimentos em consultório particular.
Atuação em diferentes Equipamentos de Saúde Pública do Município de Diadema, grande São Paulo, sendo estes: UBS (Unidade Básica de Saúde), CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras drogas) e, atualmente, CER II (Centro Especializado em Reabilitação Física)
Clique no docente para conheçe-la
Como sustentar a escuta em meio à escassez?
Um olhar sobre a atuação simbólica no Sistema Único de Saúde.
Discutimos alteridade, equidade e a potência subjetiva como fundamentos do cuidado coletivo, mesmo em contextos adversos.
Profª Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Hospital Israelita Albert Einstein e Psicologia Analítica pelo Instituto Freedom, Psicóloga atuando em consultório particular e hospital municipal infantil de São Paulo.
Clique no docente para conheçe-la
Como compreender o processo saúde-doença para além da biomedicina?
Encerramos a série com uma visão integrativa sobre adoecimento, vida e morte como expressões do processo de individuação.
Refletimos sobre a função simbólica do psicólogo em momentos de transição e crise — e sobre o cuidado como gesto de alma.
Esta série foi feita para quem já sente, no próprio corpo, o peso e a beleza de cuidar — e reconhece que nem todo sofrimento se revela no prontuário.
Participe e transforme sua forma de escutar, sustentar e cuidar.
Quando o sofrimento cala, é a escuta que precisa falar.
Inscreva-se e aprenda a sustentar o cuidado com alma.