Para Carl Gustav Jung, os mitos são a base da psique humana, narrativas simbólicas que condensam os dinamismos arquetípicos do inconsciente coletivo.
Seu estudo é essencial para o entendimento dos aspectos psicológicos, dos padrões de comportamentos da humanidade.
Estudar mitologia, sob uma perspectiva junguiana, não é acessar um repertório de histórias, mas a possibilidade de compreender os padrões psíquicos universais que expressam organizam afetos, imagens, conflitos e processos de transformação na experiência humana.
Em um cenário onde o termo arquétipo se popularizou e muitas vezes se distanciou de seu sentido original, torna-se essencial retomar sua definição precisa no campo da Psicologia Analítica, evitando reduções distorções ou interpretações equivocadas.
O conceito O termo, embora não tenha sido criado por Jung, ganha na sua obra um enquadramento psicológico rigoroso, articulado ao inconsciente coletivo, aos símbolos e às imagens primordiais da psique.
Psicólogo clínico, supervisor, Especialista em Psicologia Analítica, Mestre em Psicologia Psicossomática. Membro candidato Analista Junguiano AJB/IAAP no IJUSP. Docente e coordenador da Pós Graduação Psicologia Analítica com ênfase em Mitologia, Contos e Artes e do Curso de Extensão em Psicologia Analítica no Instituto Freedom.
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