Dois dias de aprofundamento em Psicologia Analítica sobre vínculos humanos agora disponíveis em gravação.
Três movimentos centrais da vida psíquica.
E, muitas vezes, três pontos de conflito.
Se você acompanhou de longe… ou pensou em participar e não conseguiu…
É provável que algo tenha ficado.
Porque alguns conteúdos não são apenas informativos.
Eles tocam pontos que ainda não foram elaborados.
O Freedom Day 2026 aconteceu ao vivo.
Mas o essencial permanece acessível.
E, em alguns aspectos, a gravação permite algo ainda mais valioso:
Tempo para escutar, pausar e aprofundar.
Muitas dificuldades que enfrentamos hoje não são novas.
Mas se manifestam de formas cada vez mais complexas:
Sem uma compreensão mais profunda da psique, essas experiências tendem a se repetir.
É resultado de 10 anos de estudo, prática clínica e ensino em Psicologia Analítica.
Uma abordagem que considera:
À GRAVAÇÃO DO FREEDOM DAY 2026
Clique nos palestrantes para conhece-los:
Renato Noguera Renato Noguera é doutor em Filosofia pela UFRJ e professor da UFRRJ, é pesquisador em educação, neurociência, gênero, relações étnico-raciais e cultura organizacional. Noguera tem atuação destacada em temas como ética, diversidade, letramento afetivo e inteligência emocional nas organizações. Com ampla experiência como consultor em projetos culturais e audiovisuais — como a novela Pantanal (Globo, 2022) — também colabora com empresas e instituições públicas na formação de lideranças mais conscientes, colaborativas e plurais. Autor de obras como Porque amamos (2020), O que é o luto (2022) e O A, B, C do amor (2025), é também palestrante reconhecido em temas ligados a ESG, inclusão e cultura organizacional.
A realidade pergunta: conectar ou separar?
Renato Noguera A paixão é um dispositivo-chave do amor romântico, pois promove a idealização da pessoa amada por meio de uma fantasia temporária de completude. No entanto, a paixão tem prazo de validade: à medida que a intimidade avança, ela perde força, os conflitos emergem e a face sombria do outro rasga o véu da fantasia. Depois da paixão, surge ao menos uma encruzilhada: sustentar o relacionamento e aprofundar a conexão com o outro real ou declinar e buscar uma nova paixão.
Geni Núñez Ativista indígena guarani, escritora e psicóloga. Tem pós-doutorado no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). É doutora no Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina (PPGICH/UFSC). É membro da Comissão de Direitos Humanos (CDH), do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e da Articulação Brasileira de Indígenas Psicólogos/as (Abipsi). É coassistente da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY). Autora dos livros Descolonizando Afetos (2023), Jaxy Jaterê (2023) e Felizes por enquanto (2024).
Geni Núñez A palestra abordará o tema das monoculturas do pensamento e seus efeitos, sobretudo na dimensão dos binarismos. Monocultura, para Ailton Krenak, é a imposição monolítica de apenas um mundo contra todas as demais formas de existências. Antagônica à floresta, que é caracterizada pela diversidade, a monocultura busca impor um único caminho que normatize e homogeneize a singularidade e diversidade de cada ser. Abordaremos as dimensões fundamentais do sistema de monocultura, como a monocultura da fé, dos afetos, da sexualidade e da terra.
Katiuscia Ribeiro Renato Noguera é doutor em Filosofia pela UFRJ e professor da UFRRJ, é pesquisador em educação, neurociência, gênero, relações étnico-raciais e cultura organizacional. Noguera tem atuação destacada em temas como ética, diversidade, letramento afetivo e inteligência emocional nas organizações. Com ampla experiência como consultor em projetos culturais e audiovisuais — como a novela Pantanal (Globo, 2022) — também colabora com empresas e instituições públicas na formação de lideranças mais conscientes, colaborativas e plurais. Autor de obras como Porque amamos (2020), O que é o luto (2022) e O A, B, C do amor (2025), é também palestrante reconhecido em temas ligados a ESG, inclusão e cultura organizacional.
Amar, Conectar e Separar sob a Ótica das Matrizes de Pensamento Africano
Katiúscia Ribeiro Esta palestra propõe um convite à reflexão sobre a natureza dos vínculos humanos, estabelecendo um diálogo a partir de análises filosóficas de matriz africana. O objetivo central é oferecer outros horizontes para a compreensão dos afetos contemporâneos, percebendo-os como movimentos fundamentais em busca de equilíbrio, justiça e restauração da nossa humanidade.
O amor é apresentado a partir do conceito de Maat (Verdade e Equilíbrio), compreendido para além de um afeto subjetivo, como o ato de alinhar o coração à harmonia coletiva e ao compromisso ético. A conexão é discutida para além do viés individualista, resgatando a filosofia de Ubuntu como chave para compreender o vínculo com o outro enquanto continuidade histórica que sustenta o pertencimento. Por fim, a palestra destaca que o equilíbrio psíquico e a saúde dos vínculos dependem da restauração da conexão com a própria história, espiritualidade e da valorização dos saberes que emergem das vivências e realidades territoriais.
Ana Maria Galrão Rios Doutora e Mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008), na área de Estudos Junguianos.
Tem experiência na área de Psicologia, sendo especialista em Psicologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: psicologia clínica, desenvolvimento psicológico, psicologia analítica, calatonia, trabalho corporal em psicoterapia e Jung.
Pertence ao corpo editorial da Revista Hermes.
Doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) (Conceito CAPES 4). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. Título: O desenvolvimento da identidade no entretecimento das narrativas das experiências vividas, memórias e fantasia, Ano de obtenção: 2015.
Mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) (Conceito CAPES 4). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. Título: Um estudo junguiano sobre a imagem de Deus das crianças num contexto cristão, Ano de Obtenção
Especialização em Cinesiologia Psicológica. Instituto Sedes Sapientiae, SEDES, Brasil.
Especialização em Jung e Corpo. Instituto Sedes Sapientiae, SEDES, Brasil.
Graduação em Psicologia. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.
Alex Rocha Psicólogo Clínico em São Paulo. Tem especialização em Psicologia Analítica e em Psicologia Sistêmica. É professor e supervisor em Psicoterapia de Crianças.
Mateus Martinez Psicólogo com aprimoramento clínico (PUC-SP), especialista em Religiosidade e espiritualidade na prática clínica (PUC-RS), mestre e doutor em psicologia social (IP-USP). Realizou doutorado sanduíche na Univesity of Northampton (Inglaterra) e cursou o Further Education in Analytical Psychology no Instituto C. G. Jung de Zurique. É membro de grupos de pesquisa em psicologia da religião, psicologia das experiências não-ordinárias e psicologia junguiana. Atende crianças, adolescentes e adultos.
As faces da morte do ponto de vista da criança
A mesa propõe refletir sobre a morte como a experiência-limite da perda, o momento em que os laços afetivos se rompem de forma irreversível. Sob o olhar da Psicologia Analítica, o foco recai sobre o ponto de vista da criança: a morte dos pais, a própria morte e o matar, concreto e simbólico, trabalhando a reconexão com o aspecto trágico da existência.
Carmen Livia Parise Psicóloga clinica, analista pelo ijusp, ajb e iaap, diretora administrativa do ijusp, co– coordenadora do Arqué – Núcleo de Psicologia Arquetípica do ijusp e do Departamento da diversidade sexual e gênero da AJB e membro do Coletivo Aisthesis
Cris Vianna Amaral Ela é uma das idealizadoras e fundadoras do Movimento Feminista da Psicologia Complexa. Distribuidora de sorrisos, é jornalista, pós-graduada em Psicologia Junguiana e analista integrante do Cejaa, do coletivo Apotecárias e habitante da OCA. A mãe do Mariano é devota do tempo e do movimento. Gosta muito de passarinhar, mas ainda mais de fazer ninho. ‘Minha vida é escutar e (re)escrever a vida com as mulheres para compor um mundo melhor.’
Érica Matos dos Santos Psicóloga e Analista Junguiana, Codiretora de Comunicação do Instituto de Psicologia Analítica da Bahia, Associação Junguiana do Brasil (AJB) e da International Association for Analytical Psychology (IAAP) e Coordenadora do Departamento da Diversidade Sexual e de Gênero.
Pós-graduada em Direito Homoafetivo e Gênero, na Universidade Santa Cecília e em Psicologia da Descolonização, Instituto Parentes de Ceará.
Vínculos para além do amor romântico
Uma reflexão sobre a amizade e a irmandade entre mulheres como força simbólica e política capaz de desafiar o patriarcado e ressignificar o amor. A palestra propõe pensar os vínculos femininos para além do amor romântico, como espaços de empatia, generosidade e transformação, caminhos para um mundo em que a cooperação substitui a rivalidade.
Camila Novaes Psicóloga clínica junguiana.
Doutora pelo Departamento de Estudos Psicossociais e Psicanalíticos da Universidade de Essex, na Inglaterra, e Mestre em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos Junguianos da PUCSP.
Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Psicossomática Junguiana do Instituto Freedom.
Daniel Yago Psicólogo clínico, mestre em Ciências Sociais (PUC-SP) e analista trainee pela Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. Foi professor do curso de Psicologia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) entre os anos de 2014 e 2023. É tradutor e autor de ficção e não-ficção, particularmente contos e ensaios sobre literatura, estudos de gênero e psicologia complexa, publicados no Brasil e no exterior. Publicou “A Ascensão do Titanic” (Ed. Urutau), livro de contos, em 2024, e seus livros “O mundo que a mãe sabia: genealogia, apagamento e insurgência do feminino na ordem simbólica” e “O Abraço da Quimera: ensaios sobre imaginação, diferença e mundos em queda” estão no prelo.
Renata Whitaker Atual presidente do IJUSP – InstitutoJunguiano de São Paulo, membro didata da Associação Junguiana do Brasil-AJB e da InternationalAssociation for Analytical Psychology – IAAP (Suíça). Possui o título de Teacher Member, obtido em Zurique pela International Society for Sandplay Therapy – ISST(Suíça). É membro fundadora do Instituto Brasileiro de Terapia de Sandplay, especialista em Cinesiologia eIntegração Fisiopsíquica com base na PsicologiaJunguiana pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua como Coordenadora do Departamento Infantil e do Adolescente da AJB.
A individuação a dois
Amar não é apenas fundir-se, mas sustentar a tensão entre encontro e diferença. A história de um casal é marcada por atravessamentos inevitáveis: lealdades invisíveis, traições, separações e tentativas de renovação do vínculo. Ao longo do tempo, o amor é convocado a se transformar diante da expectativa de envelhecer juntos, das mudanças do corpo, da saúde e da doença, da perda e do cuidado. Nesta mesa, o relacionamento amoroso será compreendido como um campo simbólico em constante elaboração, no qual crises e rupturas não são apenas falhas, mas momentos decisivos que exigem forma, limite e reelaboração do sentido de estar junto. Pensar a individuação a dois é reconhecer que amar implica atravessar o tempo, sustentar diferenças e reinventar o vínculo sem perder a si mesmo. Na balança, sempre vão estar a individualidade e a união.
Pema e Thiago Pema e Thiago são parceiros de vida há 19 anos e têm três filhos.
Nos últimos 10 anos, se dedicam ao Intimidade Inconsciente, oferecendo suporte ao amadurecimento da intimidade e da sexualidade.
Atuam a mais de duas décadas, em uma jornada contínua de autoconhecimento acompanhada por práticas espirituais.
Ambos têm longa trajetória em Gestalt Viva e Psicologia Sistêmica, além de formação em terapias corporais neo-reichianas, terapias orgásticas, sexologia e abordagens voltadas ao desenvolvimento dos vínculos afetivos, bem como ao cuidado com traumas e distúrbios de apego.
Priscilla Melão Psicóloga Pós-Graduada em Sexualidade Humana/Sexologia, Pós-Graduada em Psicoterapia Analítica e Abordagem Corporal (Jung & Corpo) e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas.
Certificada em Coaching com reconhecimento internacional pelo ICC – International Coaching Community.
Focada atualmente no atendimento clínico em psicoterapia analítica de abordagem corporal, sexologia, terapia sexual e educação sexual. Facilitadora de jogos de autoconhecimento e palestrante.
Atendimento individual adulto presencial e on line.
Experiência de 20 anos em Recursos Humanos de empresas nacionais e multinacionais, com ênfase em Desenvolvimento Humano e Organizacional.
Docente e Integrante da Comissão de Ensino no curso de Pós-Graduação em Psicoterapia Analítica Aplicada às Organizações no Instituto Freedom.
Instagram: @primelaopsicologia
Intimidade, Erotismo e Transcendência
Vivemos tempos em que o amor romântico se propõe à tarefa impossível de suprir todas as necessidades afetivas e relacionais de um ser humano fragmentado pelas rotinas modernas. Esse cenário é quase sempre acompanhado por uma sexualidade limitada por padrões mecânicos ou normativos.
Nesta mesa, compartilharemos o potencial de uma abordagem viva e possível para os relacionamentos íntimos atuais, à qual damos o nome de Relacionamento Vivo. É um convite a observar o relacionamento íntimo como um espaço em que o olhar para si é uma necessidade básica, não só para o bom funcionamento da relação, mas também para a saúde integral de quem se coloca em vínculo.
Todo encontro íntimo é uma relação intensa, polarizada e inevitavelmente marcada pelo confronto entre as dimensões do eu e do outro, onde liberdade e segurança, autonomia e interdependência, presença e alteridade se tensionam e se revelam numa dança inconsciente que anseia por ser iluminada. Navegar essa dança exige estrutura interna, escuta simbólica e uma disposição real para o crescimento conjunto.
Na construção de uma dinâmica de dedicação mútua e colaborativa, a relação pode sustentar voos mais altos, que alcançam dimensões mais sutis da existência, alimentam a vida de significado e possibilitam uma celebração vital e mais profunda pelo Amor Erótico dos amantes.
Rangel Fabrete Psicólogo clínico, supervisor, Especialista em Psicologia Analítica, Mestre em Psicologia Psicossomática. Membro candidato Analista Junguiano AJB/IAAP no IJUSP. Docente e coordenador da Pós Graduação Psicologia Analítica com ênfase em Mitologia, Contos e Artes e do Curso de Extensão em Psicologia Analítica no Instituto Freedom.
Alex Rocha Psicólogo Clínico em São Paulo. Tem especialização em Psicologia Analítica e em Psicologia Sistêmica. É professor e supervisor em Psicoterapia de Crianças.
Patricia Teixeira Analista Junguiana em formação pelo IJUSP. Psicóloga com especialização em abordagem junguiana, mestre em psicologia clínica na área junguiana, ambos pela PUC-SP. Professora de teatro formada pela UNI-RIO com especialização no método Stanislavski de Teatro pelo GITS em Moscou. Especialização em Direção Teatral pela Escola Célia Helena. Diretora da Cia. Coexistir de Teatro com a pesquisa de mitos em cena, a partir da relação entre mito, rito e psique no processo do ator. Ganhou o prêmio de melhor espetáculo em 2014 pela crítica paulistana com a “Jornada de Orfeu” dentro do Cemitério do Redentor. Professora da PUC-RJ, CAL-RJ, UNIP-SP, Instituto Freedom-SP, Oficinas Culturais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Autora das técnica expressivas – “Narrativas psico-históricas” e “Performance do Mito”. Organizadora do eixo temático “Formação, prática e técnicas do artista teatral” da Coleção Artes da Cena da Editora Paco.
Dificuldade e criatividade nos relacionamentos amorosos
Entre o desejo de ser salvo e a dor de se desiludir, o amor revela seus paradoxos mais profundos. Esta reflexão propõe uma leitura junguiana das relações amorosas como espaços de confronto com a sombra e de possibilidade criativa. Nas rupturas e reencontros do afeto, a psique busca novas formas de se relacionar consigo e com o outro, transformando o sofrimento em consciência e o fim em começo.
Sandra Souza Psicóloga, Psicopedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas pela Fundação Dom Cabral (FDC). Analista Junguiana em Formação pelo Instituto Junguiano de São Paulo (IJUSP/AJB/IAAP). Parte de sua trajetória envolve o trabalho como Business Partner e Executiva na área de Recursos Humanos, tendo atuado em empresas nacionais e miltinacionais em vários segmentos. Atualmente trabalha como Psicóloga e Supervisora Clínica, Consultora de Carreira e Docente e sua área de pesquisa envolve temas relacionados à inclusão, diversidade e cultura organizacional.
Priscilla Melão Psicóloga Pós-Graduada em Sexualidade Humana/Sexologia, Pós-Graduada em Psicoterapia Analítica e Abordagem Corporal (Jung & Corpo) e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas.
Certificada em Coaching com reconhecimento internacional pelo ICC – International Coaching Community.
Focada atualmente no atendimento clínico em psicoterapia analítica de abordagem corporal, sexologia, terapia sexual e educação sexual. Facilitadora de jogos de autoconhecimento e palestrante.
Atendimento individual adulto presencial e on line.
Experiência de 20 anos em Recursos Humanos de empresas nacionais e multinacionais, com ênfase em Desenvolvimento Humano e Organizacional.
Docente e Integrante da Comissão de Ensino no curso de Pós-Graduação em Psicoterapia Analítica Aplicada às Organizações no Instituto Freedom.
Instagram: @primelaopsicologia
afetos, projeções e transformações no espaço profissional
Esta mesa propõe refletir sobre o vínculo amoroso que se estabelece entre o sujeito e o trabalho — campo fértil de idealizações, frustrações e desejos de realização. À luz da Psicologia Analítica, as relações profissionais revelam um tecido de afetos inconscientes onde amor, ódio e exaustão coexistem. Entre o fazer e o sentir, o trabalho pode tornar-se espelho da alma e espaço de transformação simbólica, onde cada encontro carrega potencial de cura e autoconhecimento.
Fabio Villar Fabio Villar é médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, psiquiatra pelo IPq do HC-FMUSP, analista junguiano pelo IJUSC-AJB-IAAP; atua como psicoterapeuta de adultos, casais e famílias. Dedica-se ao estudo das deficiências, das questões de gênero e em especial do cuidado paterno, tanto por interesse e necessidade, a partir de sua experiência pessoal enquanto pai e padrasto de quatro crianças.
Adilon Harley Machado Graduado em Medicina – Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS-BH Especialista em Psiquiatria – Faculdades Unidas do Norte de Minas – FUNORTE Especialista em Psicologia Analítica e Corporal – Instituto Sedes Sapientiae e . CRM-SP 170.641
Denise Mathias Denise Mathias, Psicologa formada em 1975 e terapeuta de crianças, adolescente e adulto. Especialização em terapia de casal e família. Mestrado em psicologia analítica (PUC). Professora do curso JUNG CORPO entre 1987 e 2017.
Gênero, raça e classe
Os vínculos amorosos e sociais do presente são atravessados por transformações profundas nas concepções de masculinidade, feminilidade e diferença. Esta reflexão aborda o amor e a separação como experiências que se dão no limite entre o eu e o outro, onde o encontro com a alteridade desafia estruturas de poder, desigualdade e preconceito. A partir da Psicologia Analítica, o diálogo propõe pensar Eros e Logos nos tensionamentos contemporâneos, reconhecendo que todo processo de consciência exige atravessar separações sociais e psíquicas.
Adilon Harley Machado Graduado em Medicina – Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS-BH Especialista em Psiquiatria – Faculdades Unidas do Norte de Minas – FUNORTE Especialista em Psicologia Analítica e Corporal – Instituto Sedes Sapientiae e . CRM-SP 170.641
Gustavo Pessoa Analista membro da SBPA e IAAP, mestre e doutorando em psicologia clínica pela USP, autor e escritor.
Linn Em breve
Os vínculos mediados pelo digital
No mundo contemporâneo, as tecnologias moldam nossos modos de amar, pertencer e nos relacionar. Entre a promessa de conexão e a experiência de solidão algorítmica, surge um novo território psíquico: a intimidade mediada por telas. Esta mesa propõe um olhar junguiano sobre os vínculos digitais, suas potências e armadilhas, investigando como a sombra coletiva se expressa nas redes sociais, nos aplicativos de relacionamento e nas formas de exposição e desejo que configuram o imaginário atual.
Vanda Di Yorio Psicóloga, analista junguiana, coordenadora do núcleo de terapia de casal e família da SBPA e do curso de terapia de casal- diversidade teórica e prática na abordagem da conjugalidade. Autora, co-autora e organizadora de livros sobre terapia de casal e família
Célia Brandão Psicóloga formada pela USP . Analista Junguiana,, membro da SBPA . Analista de casais , adultos e adolescentes. Organizadora de livros: Família e Identidade, Clínica na Pandemia e co-autora em livros sobre Empresas Familiares e outros temas da Psicologia Analítica. Participa do Curso de formação de analistas da SBPA como coordenadora de seminários e supervisora.
Deusa Robles Psicóloga. Psicoterapeuta de Casal e Família, com formação pelo Núcleo de Casal da SBPA e especialização em Terapia Familiar e de Casal pelo Instituto J.L.Moreno. Titulação: Analista pelo Curso de Formação da SBPA (Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica). Membro da SBPA e da IAAP.
Relações abusivas e a sombra do vínculo
O tema será abordado a partir de três perspectivas complementares.
Na primeira, será apresentada uma leitura arquetípica da dinâmica abusiva no casal, correlacionando-a ao mito de Narciso em sua expressão mais arcaica, especialmente à violação de Liríope por Céfiso. Nessa configuração simbólica, a relação é dominada por conteúdos sombrios que buscam a submissão e a restrição do outro. Céfiso, deus-rio, representa os aspectos arquetípicos dominadores, esmagadores e narcísicos, podendo atingir graus extremos de violência por meio do sadismo. Liríope, sua polaridade complementar, é apresentada como a ninfa que se deixa esmagar, incapaz de acionar seus próprios recursos psíquicos, de marcar presença ou se diferenciar, permanecendo em uma condição de subdesenvolvimento psíquico no vínculo e negando a violência que sofre.
Na segunda perspectiva, será explorado como essa dinâmica arquetípica de Céfiso e Liríope se manifesta concretamente na vida cotidiana de um casal, revelando seus padrões relacionais e suas repetições no campo da experiência real.
Por fim, a terceira perspectiva apresentará os danos psíquicos em uma mulher de 55 anos, decorrentes de uma relação abusiva prolongada. Esses resultados foram obtidos por meio de procedimentos técnicos psicológicos, evidenciando uma correspondência consistente entre os dados clínicos e os elementos teóricos previamente apresentados.
O acesso à gravação não ficará disponível por tempo indeterminado.
Alguns conteúdos não chegam até nós por acaso. Se este tema ainda te atravessa, talvez seja o momento de não deixar passar novamente.